Dicas para melhorar o seu atendimento em pós venda


O pós venda faz parte de um conjunto de ações de marketing, realizadas após a venda. Essas ações são baseadas em pesquisas de satisfação dos clientes e, podem melhorar muito qualquer tipo de empreendimento. Após realizar determinada venda, vale a pena conferir o que o cliente achou do produto ou serviço, procurando saber como foi a experiência do mesmo. As ações do pós venda, são úteis também para instruções de como o cliente deve utilizar determinado produto ou serviço.

O pós venda ajuda a conquistar confiança dos clientes, passo importante para a fidelização. E vale lembrar: um cliente fidelizado pode ser mais vantajoso do que um cliente novo. A probabilidade de um cliente fidelizado passar a comprar outros produtos de sua farmácia, como cosméticos ou produtos de higiene, além dos medicamentos que necessita periodicamente, é muito maior do que a de um cliente novo.

Qualquer tipo de clientela prefere um atendimento de qualidade com profissionais preparados. E a confiança é algo fundamental para o sucesso dos negócios na área farmacêutica e de saúde em geral. Então, um pós venda bem feito é quase um sinônimo de uma pré venda, de uma próxima negociação.

Como realizar um bom pós venda?

1 – Instrua seus funcionários a tratar bem e auxiliar os clientes

O bom atendimento é um dos principais indicadores de satisfação de qualquer empreendimento. Com profissionais atenciosos e prestativos, a fidelização acontece naturalmente.

2 – Promoções especiais para quem já é cliente da farmácia

Analise suas possibilidades e dê descontos ou brindes que sejam exclusivos para quem já compra na sua farmácia, mostrando a vantagem de fazer isso.

3 – Aposte nas redes sociais

Mais do que entretenimento, hoje as redes sociais são um dos principais meios de informação e comunicação. Com elas, você pode manter um contato mais próximo com seus clientes e deixar sua marca sempre evidente. As mais populares são o Facebook e o Instagram.

4 – Utilizem o módulo de pós venda do sistema

Ele irá auxiliar principalmente com os clientes que utilizam medicamentos de uso contínuo e informar quando o mesmo medicamento vendido estiver próximo do fim. Assim o funcionário responsável pelo pós venda conseguirá antecipar uma possível compra desse medicamento em outra farmácia.



Sistema TekFarma      www.grupotek.com.br







Entenda a importância do departamento de compras da farmácia

 


O departamento de compras da farmácia é fundamental para o bom funcionamento do negócio. Dentre as suas atribuições estão à realização ordens de compra, as negociações com os fornecedores, o recebimento e a comparação de propostas, etc. Ou seja, é essencial que a área esteja alinhada com a visão estratégica da drogaria.

O departamento de compras da farmácia é responsável por manter a drogaria em pleno funcionamento. O setor influencia, inclusive, no processo de vendas. Isso porque ele é responsável por abastecer o estoque de produtos que serão comercializados na sua farmácia.

Ou seja, ao realizar os pedidos em tempo suficiente para os fornecedores e manter o estoque abastecido, a área de compras contribuirá também para que a sua empresa não pare de lucrar.

A gestão de compras é importante, pois aproveitará as reservas de forma adequada, conferindo o estoque de produtos antes da realização de pedidos ao distribuidor.

Lembre-se que a ruptura de estoque é o principal fator de mudança de hábito de compra para uma farmácia concorrente. Se o departamento de compras da farmácia não planeja bem a reposição de produtos você pode acabar perdendo clientes por não ter determinados itens quando o consumidor os buscar.

Atua nas negociações

Estabelecer e manter um bom relacionamento com fornecedores também é papel do departamento de compras da farmácia. Por meio disso, o seu poder de negociação aumenta assim como a possibilidade de conseguir praticar melhores preços.

O relacionamento com os fornecedores é totalmente estratégico para que a sua drogaria consiga reduzir custos. Porém, para que seja feito de forma efetiva, é preciso que a área realize as cotações, negociações estabelecidas, assim como todas as compras efetuadas.

Ao ordenar a sugestão de compras, o departamento de compras da farmácia consegue negociar descontos em seus pedidos.

Otimizar o processo

Com processos definidos fica mais fácil para o setor influenciar positivamente o seu negócio. Uma boa maneira de gerenciar as compras é utilizar os relatórios de reposição que o TekFarma disponibiliza.

Os processos visam a eficiência, redução de custos, qualidade e agilidade na aquisição de produtos. Por estes motivos, o departamento de compras da farmácia é muito importante para o desenvolvimento da gestão estratégica da empresa, mantendo-a cada vez mais competitiva.

Uma gestão de compras eficiente é um diferencial altamente positivo e competitivo para sua farmácia. Ela traz mais agilidade nas operações e o resultado final é o aumento do lucro. Vender mais é o objetivo de todo empresário do varejo farmacêutico, mas, muitas vezes, é possível otimizar ações e melhorar processos do departamento de compras da farmácia para ter melhores resultados.

Quem compra bem, vende bem, pois consegue os melhores produtos com os melhores preços. Comprando com eficiência, influencia-se diretamente no financeiro da empresa, na necessidade de capital de giro e no fluxo de caixa. É preciso levar em conta que, apesar de ter departamentos separados, a drogaria funciona com um único objetivo. Para isso, é essencial ter o papel de cada departamento no desenvolvimento do trabalho no dia a dia bem alinhado.

Quando se compra com o melhor preço, se consegue um diferencial na precificação do produto, podendo alocá-lo melhor no mercado e vender cada vez mais. Desenvolva as atividades do departamento financeiro da farmácia e tenha melhores resultados!





O que é Lista Positiva, Negativa ou Neutra?

 

Você, do mercado farmacêutico, se depara a todo o momento com a classificação Positiva, Negativa e Neutra, não é? Mas você realmente sabe o que significa e qual o impacto desta classificação? Não se preocupe, neste artigo você vai entender de forma clara e prática.

A lista está vinculada ao PIS/COFINS

A classificação dos medicamentos em Lista Positiva, Negativa e Neutra está vinculada ao PIS/COFINS. Por isso a importância de classificar os produtos de forma correta, para não correr o risco de pagar mais impostos. Já pagamos tantos tributos e não queremos pagar mais do que o necessário, certo? Vamos então entender o que é o PIS/COFINS.

O que é PIS/COFINS?

PIS: Programa de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público.

COFINS: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social.

O PIS/COFINS são dois tributos diferentes e têm objetivos diferentes, porém estão sempre juntos, pois utilizam a mesma regra de aplicação.

Outro ponto importante a saber é que o PIS/COFINS é um tributo federal, ou seja, a regra aplicada a um estado é aplicada a todos os outros.
Quem define a lista na qual o produto está classificado?

Todos os medicamentos hoje já têm a sua lista definida antes de sair da indústria farmacêutica, pois é obrigação da indústria classificar o medicamento antes de seu lançamento. A indústria vai passar por um processo burocrático e divulgar a todos os seus clientes através de revistas, como o Guia da Farmácia, em qual lista o produto está enquadrado.
O que significa a Lista e qual o seu impacto?

A lista é um apelido do tributo. Veja:
Lista Positiva = Isento de PIS/COFINS
Lista Negativa = Monofásico de PIS/COFINS
Lista Neutra = Tributação normal de PIS/COFINS

Veja no detalhe:

Lista Positiva: define que o medicamento é isento de PIS/COFINS, ou seja, não tem nenhum efeito.

Lista Negativa: o medicamento é monofásico, ou seja, uma só fase de pagamento, onde somente a indústria ou o importador paga o PIS/COFINS e o restante da cadeia, como distribuidor e varejo, não precisa pagar.

Lista Neutra: na lista neutra a aplicação é normal. Há crédito na compra e um débito na venda, dependendo do tipo de empresa: Lucro Real, Presumido ou Simples Nacional.

Agora que você já sabe o que é lista Positiva, Negativa e Neutra, está na hora de revisar o seu cadastro. Se você estiver com esta classificação errada, isso quer dizer que o seu contador pode estar gerando um cálculo com mais tributos para pagamento.




Foto: Shutterstock

Fonte: Guia da Farmácia




Dose alta de vitamina D não melhora evolução de pacientes com COVID-19 moderada ou grave, indica estudo



Poderia uma alta dose de vitamina D administrada no momento da internação hospitalar melhorar a evolução de pacientes com COVID-19 moderada ou grave? De acordo com um estudo brasileiro, publicado nesta quarta-feira (1702) no Journal of the American Medical Association (JAMA), a resposta é não.

O ensaio clínico randomizado, duplo-cego e placebo-controlado – modelo considerado padrão-ouro para avaliar a eficácia de medicamentos – foi conduzido por pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) com apoio da FAPESP. Participaram 240 pacientes atendidos no Hospital das Clínicas (HC-FM-USP) e no Hospital de Campanha do Ibirapuera, entre junho e agosto de 2020.

“Estudos anteriores in vitro ou com animais mostraram que a vitamina D e seus metabólitos, em determinadas situações, podem ter efeito anti-inflamatório, antimicrobiano e modulador da resposta imune. Decidimos então investigar se uma dose alta da substância poderia ter efeito protetor no contexto de uma infecção viral aguda, seja reduzindo a inflamação ou diminuindo a carga viral”, conta à Agência FAPESP a pesquisadora Rosa Pereira, coordenadora do projeto.

Os voluntários foram divididos aleatoriamente em dois grupos: parte recebeu uma única dose de 200 mil unidades (UI) de vitamina D3 diluída em óleo de amendoim e, os demais, apenas o óleo de amendoim. Todos os participantes foram tratados com o protocolo hospitalar padrão, que envolvia antibióticos e anti-inflamatórios.

O principal objetivo foi avaliar se a suplementação aguda teria impacto no tempo de internação dos doentes. Mas também se buscou avaliar se haveria redução do risco de internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), intubação e morte.

Para nenhum dos desfechos clínicos avaliados foi observada diferença significativa entre os grupos. Pereira ressalta que o ensaio foi desenhado para avaliar principalmente o impacto no tempo de internação e que, para mensurar o efeito sobre a mortalidade de forma adequada, seria necessário um número maior de voluntários

“Até este momento, podemos dizer que não há indicação para ministrar vitamina D a pacientes que chegam ao hospital com a forma grave da COVID-19”, afirma a pesquisadora.

Na avaliação de Bruno Gualano, pesquisador da FM-USP e coautor do artigo, esses achados demonstram que por enquanto não existe uma “bala de prata” para o tratamento da COVID-19. “Isso não significa, contudo, que o uso continuado de vitamina D não possa exercer alguma ação benéfica”, afirma.

A dose ideal

Atualmente, Pereira coordena na FM-USP um estudo que tem como objetivo avaliar se indivíduos com níveis suficientes de vitamina D circulantes no sangue lidam melhor com a infecção pelo SARS-CoV-2 do que aqueles com níveis insuficientes do nutriente.

De acordo com a pesquisadora, o nível ideal de vitamina D no sangue e a dose diária que deve ser suplementada varia de acordo com a idade e as condições de saúde de cada indivíduo. Idosos e pacientes com doenças crônicas, entre elas a osteoporose, devem ter valores circulantes acima de 30 nanogramas por mililitro de sangue (ng/mL). Já para adultos saudáveis, valores acima de 20 ng/mL seriam aceitáveis.

“O ideal é analisar caso a caso, se necessário dosar periodicamente a substância por meio de exames de sangue e, se for o caso, repor o que falta”, orienta.



Fonte: Agência FAPESP


Projeto exige assistência de farmacêutico durante funcionamento

 



O Projeto de Lei 5363/20 exige que farmácias e drogarias tenham assistência de farmacêutico durante todo o horário de funcionamento do estabelecimento. Essa assistência poderá ser remota ou com presença física.

A proposta, de autoria do deputado Felício Laterça (PSL-RJ), altera a Lei 5.991/73, que, hoje, exige apenas a assistência de técnico responsável inscrito no Conselho Regional de Farmácia e não prevê assistência remota.

Laterça afirma que, durante períodos de pandemia, como o atual, “os farmacêuticos e as farmácias encontram-se em posição privilegiada de proximidade e acesso à população, devendo cumprir seu papel de assistência à saúde”.

O deputado afirma ainda que a previsão de assistência a distância durante o horário de funcionamento da farmácia vai favorecer localidades remotas e com número reduzido de habitantes, onde não há profissionais suficientes ou estabelecimentos que consigam arcar com o pagamento do farmacêutico.


Fonte: Agência Câmara de Notícias




Anvisa dá novas orientações às farmácias em relação ao COVID-19

 


Recentemente a ANVISA encaminhou à Febrafar duas Notas Técnicas (NOTA TÉCNICA Nº 6/2021 e NOTA TÉCNICA Nº 7/2021) referente à atuação das Farmácias no período de pandemia de COVID-19. O documento traz importantes alterações, para facilitar a vida dos farmacêuticos a Febrafar realizou uma análise dessas notas:

Esta Nota Técnica substitui a Nota Técnica nº 96/2020/SEI/GRECS/GGTES/DIRE1/ANVISA. As principais alterações estão relacionadas aos testes rápidos. Contudo também trata de Vacinação, Recomendações Gerais para o Atendimento nas Farmácias, com limitação de acesso e cuidados no atendimento e também na Dispensação de Medicamentos e Assistência Farmacêutica.

Em relação às Vacinas o documento detalha que:

“A comercialização e aplicação de vacinas podem ser realizadas nas farmácias com licenciamento específico para a atividade de vacinação, nos termos da Resolução RDC n. 197, de 26de dezembro de 2017, que dispõe sobre os requisitos mínimos para o funcionamento dos serviços de vacinação humana.

A atividade de vacinação da campanha do governo poderá ser realizada em farmácias privadas, se esta for a determinação das autoridades de saúde locais, nos moldes das estratégias de campanhas de vacinação promovidas pelo Programa Nacional de Imunização e em conjunto com a equipe de vigilância em saúde estadual ou municipal, e desde que sigam requisitos mínimos para garantir a segurança e qualidade, na conservação, aplicação e no monitoramento das vacinas da campanha, bem como, a segurança do vacinado e a dos profissionais de saúde envolvidos. Neste quesito, de forma temporária e excepcional, as determinações sanitárias relacionadas à estrutura física podem ser flexibilizadas para as farmácias privadas durante este período da pandemia.”

Em relação aos “Testes Rápidos” (Ensaios Imunocromatográficos) para a Investigação da Infecção pelo Novo Coronavírus (Sars-Cov-2), o documento determina que as farmácias podem executar os “testes rápidos” desde que atendido aos requisitos das Resoluções RDC n. 44/2009, da RDC n. 377/2020 e da Nota Técnica nº 07/2021/SEI/GRECS/GGTES/DIRE1/ANVISA, direcionada aos estabelecimentos que realizam os testes rápidos.



Fonte: Anvisa


Vacinas contra a COVID- 19: quais os principais efeitos adversos notificados


Primeiramente é preciso ficar claro que qualquer vacina ou medicamento usado em humanos está sujeito ou possui efeitos colaterais, estes que variam de leves a moderados. Como resposta aos componentes de uma injeção, o corpo às vezes dispara vermelhidão e inchaço no local da aplicação, tontura e até febre.

Em casos muito raros, certos imunizantes desencadeiam efeitos colaterais graves. Porém, o risco disso é menor do que o de sofrer pra valer com a doença contra a qual as vacinas protegem.

É preciso ter em mente que reações a vacina dependem do próprio organismo da pessoa, da genética individual e da forma com que foi feita a aplicação do imunizante.
Por isso procure informações reais e evite cair em FAKE NEWS que correm pela internet
Veja uma lista abaixo de reações adversas que podem ocorrer as principais candidatas a serem usadas como vacina contra a Covid-19 no Brasil.

Pfizer-BioNTech

De acordo com a fabricante, as reações que a vacina causou nos testes de fase 3 foram leves ou moderados e estes se resolvem em até 2 dias após a aplicação.
A maior parte das pessoas voluntárias nos testes da vacina sentiu um pouco de dor e vermelhidão ou inchaço no local da injeção que apareceu em até sete dias após a vacinação. Alguns também registraram cansaço, dor de cabeça ou muscular e febre.

No dia 9 de dezembro, depois de terem recebido a vacina, dois funcionários do NHS (sistema de saúde público do Reino Unido) sofreram um choque anafilático. Ou seja, uma resposta alérgica grave. Entretanto, ambos os indivíduos possuíam um longo histórico de alergias.

Nenhuma morte foi relacionada a vacina.
Como medida de precaução, pessoas com alergias grave dentro do Reino Unido não devem receber a vacina que é feita em 2 doses.

CoronaVac

Vacina que foi desenvolvida pela farmacêutica Sinovac e tem coparticipação em estudos e produção pelo Instituto Butantan do Brasil, ainda em processo de registro e determinação da porcentagem de eficácia como imunizante contra a covid-19.
Até o presente momento, esta vacina foi testada em mais de 50 mil chineses que apresentaram apenas incômodos leves: tais como dor no local da injeção, fadiga e febre baixa. Alguns participantes experimentaram perda de apetite, dor de cabeça e febre mais elevada.

No Brasil, a vacina foi testada em 9 mil voluntários. Os resultados preliminares apresentados pelo Instituto Butantan mostraram reações parecidas: inchaço e dor no local da injeção, fadiga e dor de dor de cabeça foram registrados em 35% dos participantes.

Mesmo ainda em avaliação, a CoronaVac e as vacinas da farmacêutica Sinopharm têm sido aplicadas na China em regime emergencial desde julho e nenhum sintoma grave ou morte foi relacionado a vacina que também deve ser aplicada em 2 doses para uma imunização completa.

Moderna – Vacina

Estava vacina norte-americana teve atraso em alguns testes de sua fase 3 com alguns grupos especiais. Apensar de ela atualmente já ter sido aprovada para uso emergencial nos EUA pelo FDA ( food and drug administration).
Mesmo com a permissão do órgão, no entanto, a vacina não poderá ser aplicada em crianças e adolescentes, pois começou apenas no dia 10 de dezembro a realizar testes clínicos com esses grupos.

Dentre os voluntários vacinados, as reações adversas apresentadas foram de leves a moderadas: como fadiga, dores musculares e desconforto nas articulações. Um número menor (8%) registrou dores de cabeça ou vermelhidão no local da injeção que desapareceram em até 2 dias após a aplicação.
A vacina também é aplicada em 2 duas com intervalo de 28 dias entre uma aplicação e outra.

Oxford/AstraZeneca

Vacina que teve seus testes interrompidos no Reino Unido devido a uma reação gravíssima em um de seus voluntários. Reação inflamatória (Mielite Transversa) foi avaliada de acordo com um comitê de avaliação independente, que decidiu que é mais provável que o quadro não tenha sido disparado pela picada da vacina.
Esta vacina teve seus estudos preliminares no periódico The Lancet, onde comenta sobre o episódio de mielite transversa e também sobre um de febre superior a 40 °C, registrado na África do Sul, dois dias após o voluntário ter se vacinado. Neste último caso, não houve a necessidade de internação e o voluntário passa bem.

Publicação: THE LANCET

Sobre reações adversas relatadas, temos: Dor local, vermelhidão, febre e inchaço no local. A comunidade cientifica até o momento não correlaciona nenhum reação adversa grave ou morte com a vacina, que mesmo com as interrupções e recomeços está próxima de uma aprovação.